O mundo em ebulição!

 

Temos recebido notícias de todos os lados de que o mundo está em verdadeira ebulição. Poucas vezes, na história recente da humanidade, chegamos a um momento tão tenso quanto o que vivemos atualmente. Nações poderosas ao redor do mundo começaram a levantar suas vozes e suas armas, iniciando uma corrida perigosa e assustadora para ver quem dará o primeiro passo rumo à guerra.

É preciso considerar que uma guerra em pleno século XXI não é travada com homens e máquinas nos campos de batalha. Ela se desenvolve por meio de porta-aviões, drones, caças equipados com tecnologia de ponta e complexas redes de inteligência, capazes de destruir, com apenas um disparo, centenas e milhares de vidas, arrasando um país em questão de horas.

Nesse cenário, destacam-se as três maiores potências mundiais: Estados Unidos, China e Rússia. Para completar esse quadro, surgem também os países que compõem a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). E o que todos eles querem? Há mais de dois mil anos, o apóstolo Tiago já respondia a essa questão: “De onde vêm as guerras e contendas que há entre vós? Não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam?” (Tiago 4:1). Ou seja, homens poderosos, em busca de satisfazer seus próprios desejos e massagear seus egos, proclamam cruzadas de invasão e morte contra seus inimigos.

Diante disso, o cenário é alarmante. A Rússia tenta invadir a Ucrânia; os Estados Unidos invadem outras nações quando se sentem ameaçados, seja política ou economicamente. No Oriente Médio, não existe perspectiva de paz, e a cada dia os conflitos se alastram, levando uma multidão de famintos e refugiados. No continente africano, déspotas se insurgem contra o próprio povo e dizimam tribos, grupos étnicos e aldeias inteiras. O pano de fundo de todas essas atrocidades patrocinadas por invasores e conquistadores é o mesmo: a ganância e a busca pela satisfação pessoal.

E o que essa ebulição do mundo nos aponta? Primeiro, que chegaremos a um ponto de inflexão que poderá nos conduzir a uma terceira guerra mundial. Isso significa que nações e povos inteiros poderão desaparecer da face da terra, dado o poder de destruição em massa que as grandes potências possuem. Em segundo lugar, e o mais importante, tais acontecimentos nos encaminham para o arrebatamento da Igreja. Pois, conforme preconizado pelo próprio Jesus: “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é necessário que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino [...]” (Mateus 24:6–7).

Portanto, olhemos para a movimentação das grandes potências mundiais e a ebulição do mundo, como o relógio de Deus anunciando a segunda vinda de Jesus. E nós, cristãos, que conhecemos essas implicações, preparemo-nos e anunciemos a todos que o Rei está voltando. E não nos preocupemos com o que nos poderá acontecer, pois Deus “faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo”. E, apesar de tudo isso, a promessa permanece clara: “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre as nações; serei exaltado sobre a terra” (Salmos 46:9–10).

Deixemos, portanto, tudo aquilo que nos embaraça em seguir a Jesus e permaneçamos firmes, porque o Noivo está perto… Maranata! Ora, vem, Senhor Jesus!

 

Texto: Marcos A L Pereira

 

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