Entre a Vingança e a Fé: a Escolha que Define a Vitória!
Uma das primeiras reações do ser
humano diante do adversário é tentar desferir um golpe mais potente do que
aquele recebido. Ou seja, queremos sempre revidar contra os nossos inimigos e
mostrar quem tem mais força ou poder. Afinal, quem gosta de levar desaforo para
casa? Quando alguém nos faz alguma coisa, queremos dar o troco na mesma moeda,
imediatamente. Pensamos: “Esperar o dia de amanhã? Jamais! Vou me vingar hoje.”
É assim que a maioria das pessoas reage quando se sente em desvantagem.
Entretanto, para o seu povo, Deus
deixou uma recomendação diferente daquela que o mundo tenta incutir em nosso
subconsciente. Não foram poucos os adversários que se levantaram contra o povo
de Israel durante sua caminhada rumo à Terra Prometida. Eram inimigos de perto
e de longe, dos montes e das campinas, em número incalculável, bem armados e
preparados. O povo enfrentou todo tipo de contratempo.
Alguns povos eram peritos na arte
da guerra e possuíam carros e cavaleiros bem treinados. Alguns desses reinos
jamais haviam experimentado o gosto amargo da derrota e, quando saíam para a
guerra, todos os seus inimigos eram subjugados. Certos desavisados do povo
pensavam em sua mente limitada: “Como pode um Deus tão poderoso nos trazer até
aqui para nos fazer morrer diante dos nossos inimigos? Será que não seria
melhor ter morrido onde estávamos? Pelo menos tínhamos carne e cebola para
comer à vontade.”
Em muitas ocasiões, nossos
pensamentos e atitudes nos levam a conclusões semelhantes. Chegamos a um limite
em que nossa mente começa a nos trair e a sugerir saídas aparentemente melhores
do que aquelas que o próprio Deus está nos mostrando.
Um grupo do povo de Israel chegou
à conclusão de que seria melhor ter permanecido na terra do Egito e continuado
na escravidão do que enfrentar os seus medos. Ao perceber que o povo duvidava
dos propósitos de Deus e, sobretudo, de Sua capacidade de conduzi-los a salvo
até a Terra Prometida, Moisés então traz uma revelação maravilhosa: “O Senhor
entregará, feridos diante de ti, os teus inimigos que se levantarem contra ti;
por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença”
(Deuteronômio 28:7).
Em outras palavras, Moisés estava
dizendo: “Fiquem tranquilos. Não se perturbem diante dos vossos temores
personificados nesses exércitos poderosos e aparentemente invencíveis. Não
olhem para a vossa própria condição de batalha.” E continuou: “Eles serão
entregues feridos e terão de fugir da nossa presença.”
Diríamos, nos dias de hoje: “Eles
sairão sem saber o caminho de volta para casa.” Isso significa que o Senhor
trava todas as nossas lutas contra os inimigos. Não importa quantos, nem quais
se levantem — a promessa de Deus é que eles sairão tão desesperados que não encontrarão
o caminho de casa. Fugirão como baratas tontas.
O Deus a quem servimos é perito
em batalhas — e jamais perdeu uma sequer. A destruição dos seus adversários é
apenas uma questão de tempo. Prepare-se para cantar o cântico da vitória: o nosso Deus peleja por nós!
Texto: Marcos A L Pereira
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